Tenho refletido sobre muitos assuntos relacionados à sociedade, papel da mulher, fé, função social da igreja etc.
O término da faculdade abriu para mim um leque de possibilidades para estudo. Tenho interesse em muita coisa ao mesmo tempo. Oq é uma benção e um perigo, acho.
Entrei para o campo do conhecimento há relativamente pouco tempo, estou sedenta por conhecimento, discussão, problematização, conclusões.
Bom, nem sei se alguém vê esse blog. Mas meu objetivo é organizar idéias, pincelar temas, sistematizar dúvidas, trocar idéias e sugestões de leitura. Talvez oq eu queira mesmo é só me organizar. Já tive tantos diários espirituais - de crescimento. Nunca funcionei bem com diários espirituais. Talvez aqui consiga me organizar melhor.
Vou tentar, novamente! rs
Assisti recentemente uma reflexão do Ed René Kivitz sobre a questão das mulheres, como a bíblia retratou a questão feminina, o quanto de preconceito existiu em torno da figura da mulher, e a perspectiva de Deus sobre o assunto. O nome da mensagem é: Jesus, filho de Maria. Eu simplesmente amei e preciso refletir mais sobre essa mensagem (um lembrete para mim mesma).
Bom, enviei a mensagem para uma colega do trabalho q é crente. Após dias cobrando a ela um "feedback" da mensagem, ela enfim viu e me disse: 'Carol, acho q todo extremismo é burrice, tanto o machismo quanto o feminismo. Acho q o pastor exagerou e pode estar incitando a revolta.'
Ela colocou outras coisas como a possibilidade de mensagens como essa incitarem mais a dúvida do q a fé.
Aí eu parei: 'Puxa, mas a verdade não teme questionamento, certo?' Logo agora que entrei no campo do pensamento devo me retrair para não me enrolar com minha fé? A minha experiência com Deus é muito real, oq eu deveria temer?
Conversei com outra pessoa, questionadora como eu, (ou bem pior, talvez) que me disse algo q fez sentido: 'a fé q não se abala, não se firma'. Apreciei.
Bom, cheguei em casa e dei uma conversada com Deus sobre assuntos diversos depois abri em 2 Co, 1. Olha oq estava escrito:
"Ora é Deus que faz com que nós e vós permaneçamos firmes em Cristo. Ele nos ungiu, nos selou como sua propriedade e fez habitar o Seu Espírito em nossos corações como garantia de tudo o que está por vir." (vers 21-22)
Tive minha resposta do dia. Né?
quinta-feira, 21 de julho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Como provar a existência de Deus?
Como
Tomé, nos refreamos, recusamos a crer no que não vemos como pudéssemos colocar
Deus num tubo de ensaio. E o intangível tivesse que ser tangível para provar o
que era realmente. Há certas coisas que precisam ser acreditadas pela fé . Pois
é um problema de percepção e não de prova. A beleza é uma delas. Como provar
que alguma coisa é bonita? Poderão demonstrar pela razão ou lógica ou pelo
intelecto que a quinta sinfonia ou a sonata ao luar são obras lindas? Poderão
provar por qualquer raciocino a beleza do nascer do sol ou descrever
cientificamente a suave fragrância de um buquê de violetas? Entretanto, vem
professando uma fé que há 19 séculos testemunha a realidade espiritual ? E perguntam
se há prova da existência de Deus . Me pedem que prove isso. Mas como provar ?
Como poderia fazê-lo em minha insignificância? Que espécie de Deus eu
conseguiria explicar? Seria como pedir as eles que provassem o ar em que voam
dos peixes que provam o ecoando em que vive? Eu pediria a vocês que provem que
vocês existem! Sim! Gostaria de ouvi-los tentarem isso. Há mistérios em nossa
volta curiosos, maravilhosos, inexplicáveis! Eu gostaria que vcs tomassem como
exemplo o estranho fenômeno de ficarem apaixonados. Por acaso já se
perguntaram: quando me apaixonarei? Pois eu já! Perguntei a loiras e morenas, a
ruivos e carecas , a todo tipo de gente e o curioso é que todos disseram a
mesma coisa: não se preocupe! Você saberá. O amor como a beleza , como a suave
e delicada fragrância das violetas é uma questão de percepção e de experiência.
Não uma prova . Há grandes coisas pelas quais vivemos não são pela lógica mas
pela vida, e essa verdade do amor e da beleza e a mesma do encontro de Deus e
do conhecimento de sua presença junto a nós. Amém!
Pr Sebastião Brito Netto
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Perguntas de um Operário Letrado
Quem construiu Tebas, a das sete
portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilónia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou as Índias
Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?
Em cada página uma vitória.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?
Tantas histórias
Quantas perguntas
Bertolt Brech
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilónia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou as Índias
Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?
Em cada página uma vitória.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?
Tantas histórias
Quantas perguntas
Bertolt Brech
terça-feira, 1 de março de 2016
Como depender?
Estou lendo um livro sobre oração.
Parece que há anos sou chamada por Deus para ir além na vida devocional, mas sempre me sinto aquém do q se espera de mim. Ou do que eu acho que poderia oferecer...
Bom, mas o livro é extremamente prático e tem me ajudado a avançar. Um trecho que li hoje me lembrou o post Ballet e dependência que escrevi em 2013. Eis o trecho:
DUAS ABORDAGENS MAL ORIENTADAS
No entanto, alguns de nós relutam em abrir-se para a orientação de Deus. Talvez conheçamos cristãos que afirmam viver assim, porém a abordagem deles não nos deixa à vontade. Parece que fizeram uma lobotomia intelectual em si mesmos, e ficam esperando que o Espírito Santo escolha suas meias de manhã e o restaurante para o jantar. Afirmam vivenciar uma orientação por hora, uma visão por dia, um milagre por semana.
Minha preocupação é que estas pessoas têm a mentalidade tão celestial que são de pouca utilidade aqui na terra. O que elas tentam mostrar como direção divina não passa, na verdade, de uma forma de irresponsabilidade bem humana. Conheci, certa vez, um pastor com mentalidade celestial. Ele ficou pasmo ao saber quanto tempo eu usava preparando cada sermão que pregava. Em geral gasto de dez a vinte horas lendo, estudando, orando e fazendo três esboços para cada sermão. Este pastor exclamou: "Você se dá a todo esse trabalho? Eu simplesmente vou para o púlpito e aguardo um milagre!"
Fui tentado a perguntar se a congregação via seus sermões como milagres. Não me entenda mal. Como expliquei no capítulo sobre a oração que move montanhas, tenho visto Deus realizar milagres de transformação de vidas no púlpito, mesmo no meu púlpito! Acho, porém, errado, você enfiar as mãos nos bolsos, seu cérebro em uma gaveta, pular da torre e esperar que Deus o segure porque você já está caindo.
Algumas pessoas, no entanto, vão para o extremo oposto quando se trata de ouvir a voz de Deus. Em uma reação à óbvia interpretação errada e abusos do ministério do Espírito Santo, muitos cristãos correm na direção contrária, tornando-se adversários do sobrenatural.
Para esses racionalistas modernos, a inspiração do Espírito Santo vai contra a natureza humana e os padrões de pensamento convencionais. Acostumados a andar pela vista, a controlar o próprio barco e a tomar decisões unilaterais, eles são escrupulosos quanto a permitir que o Espírito Santo inicie um ministério sobrenatural em suas vidas. Gostariam que o pacote fosse um pouco mais bem feito; que seu ministério fosse quantificado e descrito. O Espírito Santo parece indefinível e misterioso, o que os deixa nervosos.
Assim, quando sentem uma orientação que poderia vir do Espírito Santo, eles resistem. Depois de analisá-la, concluem: "Não é lógico, portanto, não vou prestar atenção a isto."
Do livro: Ocupado demais para deixar de orar
Parece que há anos sou chamada por Deus para ir além na vida devocional, mas sempre me sinto aquém do q se espera de mim. Ou do que eu acho que poderia oferecer...
Bom, mas o livro é extremamente prático e tem me ajudado a avançar. Um trecho que li hoje me lembrou o post Ballet e dependência que escrevi em 2013. Eis o trecho:
DUAS ABORDAGENS MAL ORIENTADAS
No entanto, alguns de nós relutam em abrir-se para a orientação de Deus. Talvez conheçamos cristãos que afirmam viver assim, porém a abordagem deles não nos deixa à vontade. Parece que fizeram uma lobotomia intelectual em si mesmos, e ficam esperando que o Espírito Santo escolha suas meias de manhã e o restaurante para o jantar. Afirmam vivenciar uma orientação por hora, uma visão por dia, um milagre por semana.
Minha preocupação é que estas pessoas têm a mentalidade tão celestial que são de pouca utilidade aqui na terra. O que elas tentam mostrar como direção divina não passa, na verdade, de uma forma de irresponsabilidade bem humana. Conheci, certa vez, um pastor com mentalidade celestial. Ele ficou pasmo ao saber quanto tempo eu usava preparando cada sermão que pregava. Em geral gasto de dez a vinte horas lendo, estudando, orando e fazendo três esboços para cada sermão. Este pastor exclamou: "Você se dá a todo esse trabalho? Eu simplesmente vou para o púlpito e aguardo um milagre!"
Fui tentado a perguntar se a congregação via seus sermões como milagres. Não me entenda mal. Como expliquei no capítulo sobre a oração que move montanhas, tenho visto Deus realizar milagres de transformação de vidas no púlpito, mesmo no meu púlpito! Acho, porém, errado, você enfiar as mãos nos bolsos, seu cérebro em uma gaveta, pular da torre e esperar que Deus o segure porque você já está caindo.
Algumas pessoas, no entanto, vão para o extremo oposto quando se trata de ouvir a voz de Deus. Em uma reação à óbvia interpretação errada e abusos do ministério do Espírito Santo, muitos cristãos correm na direção contrária, tornando-se adversários do sobrenatural.
Para esses racionalistas modernos, a inspiração do Espírito Santo vai contra a natureza humana e os padrões de pensamento convencionais. Acostumados a andar pela vista, a controlar o próprio barco e a tomar decisões unilaterais, eles são escrupulosos quanto a permitir que o Espírito Santo inicie um ministério sobrenatural em suas vidas. Gostariam que o pacote fosse um pouco mais bem feito; que seu ministério fosse quantificado e descrito. O Espírito Santo parece indefinível e misterioso, o que os deixa nervosos.
Assim, quando sentem uma orientação que poderia vir do Espírito Santo, eles resistem. Depois de analisá-la, concluem: "Não é lógico, portanto, não vou prestar atenção a isto."
Do livro: Ocupado demais para deixar de orar
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Porque Serviço Social ?
Ontem participei da segunda etapa de seleção para um estágio
e, nessa fase, pediram-me para escrever uma redação com o seguinte tema: “Porque
você escolheu o Serviço Social como profissão?”
Eis minha resposta:
Quando fiz 20 anos surgiu uma inquietação em mim: a
desigualdade social. Naquela época, eu pensava: “sou branca, de classe média,
tive acesso a ótimos colégios, estou bem empregada aos 20 anos, já fiz um curso
completo de inglês e tenho uma incrível gama de possibilidades à minha frente.
Porque sou a minoria?”
Essa inquietação crescia dentro de mim, havia em mim um
sentimento de dívida para com meus pares pois a vida havia me proporcionado
muito e eu sentia a responsabilidade de retribuir à ela de alguma forma, na
pessoa do meu semelhante.
Sempre compartilhei sobre essa inquietação com minha família
e amigos. Já ouvi dezenas de vozes sobre esse assunto. Já fui rotulada de Madre
Tereza, romântica e de ser movida pela culpa. Até que cheguei à uma conclusão:
essa era uma questão minha e só eu poderia dar o direcionamento correto a esse
sentimento a fim de torná-lo uma resposta para mim e para o mundo.
Foi dessa forma que aos 23 anos, optei pelo Serviço Social,
para satisfazer minha necessidade de respostas para as contradições da
sociedade e para me posicionar frente as mesmas, a favor daqueles que vivem
em situação de vulnerabilidade social.
Tenho certeza de que não posso mudar o mundo sozinha, mas
minha busca definitivamente não é esta. Busco um espaço de trabalho em que o
que eu faça contribua para a melhora da qualidade de vida de pessoas que
nasceram em berços e Ceps menos favorecidos.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Manual para jovens sonhadores
"Essa história me lembrou de uma experiência muito especial que eu tive há alguns anos, em uma dessas épocas em que eu estava
procurando por alguma coisa que fizesse sentido.
Lá estava eu, na Guatemala, com uns trinta e poucos anos
passando por um dos meus muitos momentos de não saber bem
o que queria fazer da minha vida, me questionando se precisava
voltar a mudar de emprego ou não e lendo todos os livros que
me ajudassem, quando resolvi que a solução para meu desânimo
poderia ser um veleiro. Logrei convencer duas amigas igualmente
inquietas e solteironas, também meio sem rumo, a entrar na
aventura comigo.
Para nossa alegria, de cara tivemos muita sorte, porque achamos um veleiro que tinha acabado de afundar e que
estava sendo vendido por um preço que, dividido entre as
três, poderíamos pagar.
Detalhe: nenhuma de nós jamais tinha velejado, e achávamos que
só com uma pintura e cortinas novas o veleiro estaria pronto para
navegar. Seríamos as três primeiras guatemaltecas a dar a volta ao mundo.
Bom, logo descobrimos que teríamos um belo trabalho pela frente… O sistema elétrico precisava ser completamente trocado,o mastro estava avariado e grande parte da madeira interna tinha
Começamos a ir todos os fins de semana trabalhar no nosso barco, e, nos outros dias, líamos todos os livros sobre velejar que
conseguíamos achar. Também fizemos algumas aulas básicas de velejo e, conforme fomos aprimorando os nossos conhecimentos
apodrecido, mas pelo menos o barco flutuava e tinha um motor e velas que funcionavam.
marítmos, arriscamos pequenas aventuras, percorrendo baías próximas de onde nosso barco estava ancorado. E também
passamos a fazer parte da comunidade da marinha e a conhecer
alguns dos marinheiros, verdadeiros lobos do mar, que tinham
histórias fantásticas de travessias pelo oceano.
Nosso sonho era grande, e não desanimamos apesar de tudo o que precisava ser consertado e de tudo o que implicaria planejar e fazer uma viagem ao redor do mundo. E nossas vidas adquiriram
uma razão de ser, de repente tínhamos um propósito pelo qual
correr atrás.
No fim, não conseguimos velejar além da região onde estava ancorado nosso veleiro.
De repente meu trabalho me ofereceu
uma oportunidade de ir para a Nova Zelândia, que me pareceu uma forma mais rápida (e confortável) de ver o mundo, mas
No fim, não conseguimos velejar além da região onde estava ancorado nosso veleiro.
nunca vou me esquecer de algumas palavras que meu pai me
falou nessa ocasião:
“Que bom que você conseguiu realizar esse sonho tão cedo.
Existem pessoas que têm de esperar uma vida inteira até se
“Que bom que você conseguiu realizar esse sonho tão cedo.
aposentar para poder viver uma experiência assim.”
E pensar que eu ocultei esse veleiro por meses dos meus pais por medo do que eles falariam... Tinha que ter percebido que estava mentindo por diversão!
refeições a bordo e acordando cedo com o movimento das ondas.
Poucas coisas se comparam a essa experiência que me deixou tantas memórias inesquecíveis e a esse sentimento indescritível que ainda tenho quando estou fazendo algo de que realmente gosto, por mais maluco e sem cabeça que possa parecer aos outros.
Poucas coisas se comparam a essa experiência que me deixou tantas memórias inesquecíveis e a esse sentimento indescritível que ainda tenho quando estou fazendo algo de que realmente gosto, por mais maluco e sem cabeça que possa parecer aos outros.
Porque a única coisa mais dolorosa do que não alcançar um sonho é não correr atrás dele, desistir e se conformar sem sequer tentar,
perdendo a energia e a felicidade que a aventura pode nos gerar."
Nathalie Trutmann
Nathalie Trutmann
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Desconforto sadio
"Quando uma águia vai ter filhotes ele vai ate o pico mais alto de uma montanha e constrói o seu ninho.
A mãe águia constrói seu ninho com gravetos, e depois forra em cima dos gravetos com penas e folhas para
as pontas dos gravetos não machucarem seus filhotes.
Quando os filhotes nascem à mãe águia traz todos os dias o alimento dos filhotes para que eles cresçam saudáveis.
Quando os filhotes vão crescendo a mãe águia tira todas as penas do ninho e deixa apenas os gravetos para que aquele
ninho não seja mais um lugar de conforto para seus filhotes.
A mãe águia coloca então o seu filhotinho na beirada do ninho e o empurra para o precipício, assim para que ele perca o medo e voe.
Quando a mãe vê que o seu filhote esta quase chegando ao chão ela o pega com suas garras e o leva para o ninho de novo.
Só que a mãe águia não desiste ela faz o mesmo procedimento sem cessar ate que o seu filhote aprenda a bater as asas e a voar sozinho."
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