Enxergando novas possibilidades
Doris Defour Henry
Era uma vez uma mulher de nome Rengetsu.
Ela estava em peregrinação, e um dia, ao por do sol, chegou a uma vila.
Cansada e com fome, pediu hospedagem em uma casa. Foi-lhe negado o
pedido. Bateu numa segunda casa, numa terceira, numa quarta.
Todos os moradores fecharam-lhe suas portas. Até que Rengetsu desistiu
de insistir. Para uma pessoa determinada não é muito fácil desistir de insistir.
Foi justamente quando olhou em volta e encontrou uma cerejeira dos campos
decidindo fazer dela o seu abrigo. Era primavera, fazia frio, havia muito risco,
animais selvagens, mas ela adormeceu ali aconchegada nas suas raízes.
À meia noite, sentindo muito frio, acordou e viu no céu noturno da primavera,
iluminado pelo prateado da lua, um pouco coberto pela névoa, um grande
espetáculo da natureza: Todas as flores brancas da cerejeira tinham se tornado
completamente abertas, exalando um doce perfume.
Tomada por tamanha beleza, Rengetsu levantou-se e fez uma reverência em direção
à Vila, saudando os moradores, com gratidão:
- "Por sua enorme bondade em me recusarem hospedagem, encontrei-me sob essas
flores, sob esse luar em névoa, nesse absoluto silêncio da noite."
Rengetsu compreendeu, então que uma porta aparentemente fechada, pode esconder
uma abertura para outras oportunidades. Basta para isso, mudar o ponto de vista!
a vista de um ponto, que permite olhar o problema por ângulos ainda não contemplados.
E aprendeu, mais uma vez que uma dor nova, diferente das já vividas no passado, mostra que o aprendizado é infinito.
domingo, 15 de abril de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Sementes

Ano passado passei parte do que eu conhecia a respeito do meu trabalho para uma colega nova.
Apenas dei um pontapé, pois a menina se desenvolveu logo e por conta própria.
Esses dias eu estava analisando o trabalho dela para assinar também
E a questionei a respeito de algo que eu mesma havia ensinado para ela.
Logo tudo o que teremos de nosso conhecimento será as sementes que deixamos pelo caminho.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Evangelismo

Olha o q a Neide deixou pra compartilharmos:
"Eu não evangelizo!
Se evangelizar é encontrar uma pessoa na rua e com toda cara de pau dizer "Jesus te ama" e dar as costas, eu não evangelizo.
...
Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.
Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.
Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.
Se evangelizar é entregar folhetos que serão jogados no chão e criará mais sujeira nas ruas, eu não evangelizo.
Se evangelizar é pregar com base para embutir culpa nas pessoas bombardeando-as com idéias de pecado e conseqüentemente o inferno para os maus e céu para os bons, eu não evangelizo.
Se evangelizar é convencer as pessoas a se protegerem do mundo dentro de uma igreja que acaba se tornando um bunker contra toda guerra espiritual e ofensivas do diabo, eu não evangelizo.
Se evangelizar é sistematizar o Evangelho, eu não evangelizo.
Agora se evangelizar é caminhar junto, estar presente na vida das pessoas, ser ombro amigo, chorar e rir em vários momentos, então eu creio que eu evangelizo.
Afinal entendo que o maior evangelismo de Cristo, foi estar ao lado, foi comer junto e presenciar toda a aflição e alegria do teu próximo.
Creio que evangelizar é sinônimo de relacionamento. O verdadeiro evangelho não é feito de seguidores e sim de amigos.
Portanto, se evangelizar é partilhar o pão nosso de cada dia, eu evangelizo"
Neide: serva do Senhor que morreu aos 26 anos e dizia que queria deixar um legado: almas !
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
SERvir
domingo, 6 de novembro de 2011
Existencialismo
"Sua filosofia dizia que no caso humano (e só no caso humano) a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe, depois se define, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir, e por isso sem ter uma "essência" posterior à existência."
Jean-Paul Charles Aymard Sartre
Jean-Paul Charles Aymard Sartre
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Like a child

"Uma criança balança as pernas ritmicamente por excesso de vida, não pela ausência dela. Pelo fato de as crianças terem uma vitalidade abundante, elas são espiritualmente impetuosas e livres; por isso querem coisas repetidas, inalteradas. Elas sempre dizem: "Vamos de novo"; e o adulto faz de novo até quase morrer de cansaço. Pois os adultos não são fortes o suficiente para exultar na monotonia.
Mas talvez Deus seja forte o suficiente para exultar na monotonia. É possível que Deus todas as manhãs diga ao sol: "Vamos de novo"; e todas as noites à lua: "Vamos de novo". Talvez não seja uma necessidade automática que torna todas as margaridas iguais; pode ser que Deus crie todas as margaridas separadamente, mas nunca se canse de criá-las. Pode ser que ele tenha um eterno apetite de criança; pois nós pecamos e ficamos velhos, e nosso Pai é mais jovem do que nós."
(G. K. Chesterton)
sábado, 29 de outubro de 2011
...
Escrevendo uma carta durante um período de enfermidade, em 1674, Owen disse a um amigo: “Cristo é nosso melhor amigo e logo será o nosso único amigo. Peço a Deus, com todo o meu coração, que eu me fatigue de tudo, exceto da conversa e da comunhão com Ele” (Peter Toon, God’s Statesman, Greenwood, S. C.: The Attic Press, p. 153).
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